"Meu primeiro livro espírita"

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Que legal! na casa da vovó tem uma livraria. E tem várias fotos de um senhor que parece ser muito meigo. Vovó disse que o nome dele é Chico Xavier e que ele escreveu muitos livros. Minha mamãe leu meu primeiro livro espírita: "O passeio da Estrelinha azul". E eu adorei, porque adoro estrela. O meu priminho adora "a casa azul". Ele quem deu este nome para a casa da vovó. Ele dorme na casa azul todo sábado, porque no domingo pela manhã ele frequenta a evangelizção. Ele cantou uma musica bem legal pra mim."com Jesus no leme...meu barquinho a navegar..." Eu bem que tentei cantar também, mas por enquanto conheço poucas palavras....



Categoria: Citação
Escrito por Rosangela às 08h26
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"musica linda!!!!!!"

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Categoria: Citação
Escrito por Rosangela às 11h53
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Imagina se Chico tivesse se abalado aos ataques? Ele resolveu seguir servindo...

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A resposta habitual de Chico (aos ataques)

"A doutrina é de paz... Emmanuel tem me ensinado a não perder tempo discutindo. Tudo passa... As pessoas pensam o que querem a meu respeito – pensam e falam. Estou apenas tentando cumprir com o meu dever de médium. Companheiros escrevem fazendo insinuações em torno da obra dos espíritos por meu intermédio... O que posso fazer? Estamos numa doutrina de livre opinião. Devo prosseguir trabalhando. O meu compromisso é com os espíritos... Não pretendo ser líder de nada. Estou consciente de que tenho procurado fazer o melhor e sou grato aos nossos Benfeitores por não me terem permitido uma vida inútil.



Categoria: Evento
Escrito por Rosangela às 08h04
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Será que a FEB impediu a tradução das obras psicografadas por Chico de serem traduzidas para o inglês?Isto é lamentável


Este fato tem que ser apurado. Imagina se as obras codificada por Kardec não fossem traduzidas para o ingles? E digo mais, se não fossem  traduzidas para o português? Eu não teria conhecimento da Doutrina Espírita. Tantas obras que se tornam best sellers (até o termo é ingles, por ser a lingua universal). Best-seller é considerado “literatura de massa” e inclui necessariamente o consumo. Porque não globalizar as obras psicografadas por Chico? Porque o Mc Donalds é mundialmente muito mais famoso? Quem é ou foi este tal de Mc Donalds? O que sei sobre isto é que os americanos sabem ganhar dinheiro a custa da obesidade (resultado da gula) de pessoas do mundo inteiro.   Se os americanos queriam ganhar dinheiro com as obras psicografada de Chico isto pouco importa pra quem estuda e entende a proposta da Dourina Espírita.  Como escutei de Ney Lobo em uma de suas explanações " O bem é tão poderosos que faz o mal trabalhar pra ele". E também não nos interessa as intenções de quem faz. Voltemos para nossas intenções e aceitemos de bom grado toda a ajuda. Ela sempre é bem vinda. Até quando vamos no atenar para a forma e esquecer o fundo? Porque impedir uma ação que pudesse divulgar nossa querida Doutrina Espírita? Ela tem que ser divulgada e não escondida atras da "pureza doutrinária" que tantos defendem. O que me consola é de constatar que os "falsos humildes" espíritas, porque não dizer "preguiçosos e acomodados" espíritas estão com seus dias contados. Estão sendo colocados de escanteio. Não entendem a proposta da Doutrina Espírita e esquecem do exercício da mesma. Assim como Jesus se indignou com os vendilhões do templo ( porque esta era a praga da época). Chico se indignou com a decisão da FEB de não aceitar a tradução das osbras psicografadas do Chico (porque a praga da época era e ainda é a "falsa humildade" se escondendo por traz da pureza doutrinária. Resignação não tem nada a ver com acomodação! Veja o texto abaixo e me ajude a desvendar este mistério. 

A (NÃO) TRADUÇÃO DOS LIVROS DE CHICO XAVIER

dom, 10 de janeiro, 2010

Já faz um tempo que eu me desgostei do espiritismo. Não do que se aprende na doutrina, mas na própria idéia de espiritISMO. Passei a achá-la desnecessária, e até mesmo contraproducente. Acredito até que podemos culpar o fracasso do espiritismo ao seu formato. Até hoje, se você é uma pessoa leiga sobre espiritismo, que vai num centro espírita (assustado, desconfiado) com com problema espiritual, pode sair de lá apenas com um passe e a recomendação de ler as obras de Kardec. Racionalmente falando é algo bom pro "paciente", afinal a leitura da doutrina é recomendável porque atua no senso crítico da pessoa, mas psicologicamente é de uma ineficiência grosseira. Se a mesma pessoa for num terreiro de umbanda ou numa igreja evangélica vai ter uma acolhida muito, muito mais intensa. E às vezes é só isso de que a pessoa precisa no momento. Espíritas EM GERAL, quanto mais imersos na doutrina, ficam frios, arrogantes (com verniz de humildade, claro) e pouco empáticos. As palestras são enfadonhas e a linguagem de 50 anos atrás é mais enfadonha ainda. Claro que existem as exceções, e palestrantes espíritas que são divertidos, didáticos e empatas. Esses fazem sucesso Brasil afora fazendo palestras, mas não podem sustentar sozinhos o entusiasmo das pessoas pelo espiritISMO.

Pra mim os verdadeiros espíritas permanecem invisíveis, mesclados na sociedade, ajudando ostensivamente em asilos, ONGs, hospitais e (por que não?) centros espíritas. Mas eles não estão trabalhando debaixo de alguma bandeira, dependendo de um formato, um ISMO (e essa é minha crítica, quanto ao ISMO). A doutrina é muito maior que isso, pois se baseia no cristianISMO (que também é muito maior que isso), que se baseia nos ensinamentos de um cara que foi maior que a Vida.

Eu participava há anos da lista espiritismo-br, mas saí de lá desgostoso, pois não havia DESENVOLVIMENTO do espiritismo, não era uma coisa em expansão. Não havia diálogo, idéias novas, apenas MOFO. Até que um cara apareceu e chutou o pau podre da barraca, que foi o Alamar Régis. A carta aberta dele ao Presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB) sintetizou tudo o que eu estava experienciando ali, e pior: mostrou COMO os espíritas das mais diversas épocas, que tentaram desenvolver a doutrina, foram tratados pelos "espíritas" e pela Federação Espírita. Chico Xavier incluso. Não há um interesse em fazer uma espécie Livro dos Espíritos 2.0, aproveitando-se da internet pra recolher perguntas e respostas em escala planetária! Até onde sei as palavras de Kardec e dos espíritos não são sagradas, nem devem ser tomadas como dogmas. Como tudo na vida, é questão de interpretação e mentalidade da época. Até mesmo pra os mais fervorosos evangélicos é um pouco demais fazer holocausto de carneiro pra Deus, porque eles sabem que as tradições mudam com a mentalidade da época! Por que raios temos de calcificar nossa mente no séc. 19?

Agora vi mais um texto do Alamar. Transcrevo-o logo abaixo. Pra mim é a pá de cal na estrutura que engessa o "movimento" espírita há décadas. Mostra que Chico Xavier foi procurado por empresários norte-americanos pra publicar seus livros em inglês. E a FEB, que detinha o direito sobre os livros PORQUE CHICO DEU A ELES DE GRAÇA, não autorizou. Não tenho dúvida que, SE Chico Xavier fosse norte-americano, teria gente do mundo todo fazendo romarias aos EUA, como fazem os fãs de Elvis, que estaríamos devorando os livros dele como fazemos com Harry Potter e Senhor dos Anéis, teríamos os mais diversos filmes (e BONS filmes) feito a partir dos livros. Sem falar nos documentários e toda a promoção em torno da imagem dele que os norte-americanos são mestres em fazer. E talvez por isso mesmo Chico Xavier não nasceu lá, e sim no interior de Minas Gerais, feio, inseguro, simples. Mas uma coisa é certa: mesmo esse "capiau" sonhava em ver a doutrina florescer, ganhar o mundo. Não por ELE, mas pela MENSAGEM, pelo conforto que traz às almas das pessoas, e pra isso ele escreveu, e muito. Não sob a bandeira de um ISMO. Ele não nos trouxe uma codificação. Trouxe novelas (os romances), trouxe mensagens de parentes desencarnados, trouxe ânimo, trouxe consolo. Nada dos textos que ele trouxe se constitui A doutrina, mas a doutina está dentro dos textos, na linguagem e para as pessoas do SEU tempo, no formato do SEU tempo. E Chico se foi. O tempo passou. Qual o formato do NOSSO tempo?

Por Alamar Régis

Em 1991, numa viagem que fiz a São Paulo, como sempre fazia, fui à Federação Espírita do Estado de São Paulo, FEESP, naquele prédio da Rua Santo Amaro, na Bela Vista. Chegando lá fui procurar conhecer o pessoal da divulgação, os que faziam o "Jornal Espírita" e "O Semeador", respectivamente João Gianini Pascale e Altamirando Carneiro que me apresentaram a outras pessoas da diretoria, que manifestavam uma certa alegria em me conhecer, já que o meu nome ali não era estranho, porque eu me tornara conhecido pelos jornais espíritas, por causa do programa da Embratel. Dentre estas pessoas, fui levado à sala do presidente, senhor Teodoro Lausi Sacco, que me recebeu com uma deferência muito especial logo no primeiro dia.

No terceiro dia que fui lá, ao chegar, encontrei logo de cara com o presidente, Lausi, que parecia já estar me esperando, conduzindo-me à sua sala para uma conversa, segundo ele, "muito importante" e séria. Ele se dirigiu ao cofre antigo, abriu, retirou algumas pastas com vários papéis dentro, colocou sobre a mesa, sentou-se e disse:
- "Alamar, não sei porque, mas eu tenho que mostrar isto aqui para um espírita dinâmico, corajoso e destemido que pode, talvez, um dia reverter este quadro e recuperar algo de muito precioso que o Espiritismo perdeu. Anteontem, quando você estava aqui nesta sala, trazido pelo Altamirando, alguma coisa me disse que esta pessoa seria você. Preste bem atenção na história que vou lhe contar".

E começou a contar-me uma história, mostrando-me os papéis correspondentes a cada ponto que ele abordava. A história é a seguinte:

Consta que no início de abril do ano de 1969, veio ao Brasil um grupo de empresários americanos, de uma megaeditora dos Estados Unidos, para ter um encontro com o Chico Xavier, objetivando informá-lo que eles queriam traduzir todos os seus livros para o inglês, além de todos os outros livros espíritas que ele recomendasse, editá-los nos Estados Unidos e lançar as obras no mundo inteiro. Queriam saber se ele concordava com a idéia e se autorizaria.

Ao fazerem a proposta em Uberaba, o Chico emocionou-se tanto e deu mil graças a Deus por aquilo que ele chamou de "uma bênção".
- "Claro, meus irmãos, que eu concordo! Quanta alegria vocês me trazem, como um verdadeiro presente de aniversário! Isto é uma benção, mas acontece que os direitos das obras foram todos doados à Federação Espírita Brasileira, que certamente autorizará."

Consta que o velho mineiro ficou tão feliz, os convidou para almoçar, eles ficaram três dias em Uberaba, conheceram os trabalhos e um deles até recebeu uma mensagem psicografada, em inglês, de um parente desencarnado. De lá os homens partiram para Belo Horizonte e em seguida para Brasília, para um encontro com a diretoria da FEB. A reunião aconteceu, a proposta foi feita a então diretoria e, pasmem senhoras e senhores, vejam a resposta:
- "Nós não autorizamos. O problema de tradução é muito sério, vocês vão adulterar as obras e o prejuízo para o Espiritismo vai ser muito grande. Lamentamos, mas não autorizamos".

De fato, não restam dúvidas de que a tradução de obras literárias de um idioma para outro geralmente causa problemas sérios de interpretação de orações, porque os tradutores não podem se limitar apenas a traduzirem as frases como elas aparecem, mesmo com as colocações verbais e gramaticais corretas, porque existe um fator indispensável a considerar que é "como as pessoas do País de origem da língua da obra entendem determinada frase ou determinada colocação". Este é um problema muito sério e, por incrível que pareça, até mesmo em traduções das obras básicas, do Francês para o Português, existem contradições ao pensamento de Allan Kardec e aos pensamentos dos Espíritos, conforme está no original. As traduções da Bíblia, por exemplo, trazem absurdos terríveis, por causa disto. Mas não é esta a questão que estamos analisando agora.

Concordando com a preocupação da FEB, pertinente com certeza, os editores americanos propuseram o seguinte:
- "Então os senhores indicam uma equipe de tradutores juramentados para acompanharem todo o trabalho de tradução, que nós bancamos todas as despesas e honorários. Só publicaremos cada obra, após o de acordo da FEB, para manter a integridade da mesma".

Mesmo assim a FEB não autorizou.

Consta que os homens ficaram uma semana em Brasília, voltando lá diversas vezes, solicitando serem atendidos, foram atendidos apenas uma vez, do lado de fora, com todos em pé, e não mais foram recebidos, quando ouviram um funcionário lhes transmitir um recado da diretoria que dizia que o assunto estava encerrado. Consta que o Chico estava num clima parecido de "lua de mel", tamanha a sua felicidade, com aquela nova idéia, que só poderia ser trabalho da espiritualidade maior, até que lhe veio a notícia:

A FEB NÃO AUTORIZOU!

Quase o Chico desencarna quando soube daquilo. Custou a acreditar no que estava ouvindo. Tentou falar com alguém da diretoria da FEB, mas consta que não encontrou ninguém que pudesse atendê-lo para falar sobre o assunto. O notável médium entrou num processo de ira tão grande, chegando a passar mal e até a ser levado a um hospital. A partir daí decidiu a nunca mais doar os direitos e muito menos autorizar que a FEB publicasse qualquer livro escrito sob a sua psicografia.

Se todos procurarem checar o assunto e observarem a relação de livros psicografados pelo Chico, notará que, de fato, a partir de uma determinada época não consta mais livro nenhum do Chico editado pela FEB. Existem alguns livros editados, inclusive no ano de 1971, pela FEB, que são, se não me engano, o "Rumo Certo", que é um livro de mensagens do Emmanuel, e o "Antologia da Espiritualidade", um livro de poesias de Maria Dolores. Acontece que o Chico havia doado esses direitos antes do acontecido, já que nem sempre os livros eram publicados no ano que o direito foi cedido. A partir daí, podem observar, os livros começaram a ser editados apenas pelas editoras Clarim, CEC, Edicel, GEEM, FEESP, IDE, LAKE, CEU etc.

No ano de 1992, voltando a São Paulo, já amigo do Teodoro Lausi Sacco, voltei à FEESP para conversar sobre o assunto, indignado ainda com aquilo, e lhe pedi maiores detalhes e informações sobre o acontecido. Ele me disse que pouca gente, do movimento espírita, sabia daquilo e que a lembrança do fato fazia o Chico muito triste. Eu já tinha uma certa amizade com o Nestor João Masotti, que hoje é presidente da FEB mas na época (1992) era um dos seus vice-presidentes (a FEB tem mais de um vice-presidente). Ele sempre me tratou muito bem, com muita atenção... aliás, o Nestor sempre trata bem a todo mundo, é um "gentleman", um espírita do mais alto nível, um homem digno de estar onde está hoje. Não é um espírita de rótulo. Do aeroporto fui direto à FEB e começamos a conversar a respeito do fato. Eu imaginava que o Nestor soubesse daquilo, por ser um espírita muito influente no País e até no exterior, inclusive ex-presidente da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo). Hoje ele é presidente do Conselho Espírita Internacional. Cheguei até a perguntar a mim mesmo: "Puxa vida, como é que pode, o Nestor um homem de São Paulo, atuante no movimento espírita paulista, não saber disto que me foi informado pelo presidente da FEESP, também grande nome do espiritismo paulista?". Mas são coisas da vida, ou melhor, coisas de movimento espírita.

Conversamos muito, relatei para ele tudo o que o Lausi Sacco havia me dito e ele manifestou-se surpreso com a notícia. De volta ao seu gabinete o Nestor me disse que iria procurar ver se existiam registros acerca do fato nos livros de atas da FEB, arquivados desde a sua fundação. Entraria em contato comigo e me diria alguma coisa, caso existisse ou caso não existisse nada registrado. Um mês depois, mais ou menos, ele me ligou para Belém e me disse o seguinte:
- "De fato o episódio aconteceu. Há registros, sim. Mas aconteceu em uma época em que a FEB atravessou um dos momentos mais difíceis da sua história, momento este em que quase há um rompimento até mesmo com as federativas estaduais...".

Na oportunidade questionamos, eu e ele:
- "Que tal a idéia de tentarmos descobrir quem são essas editoras americanas hoje, esses homens e vermos se eles ainda existem e estão dispostos a darem continuidade à idéia.".

Pela cabeça do Nestor Masotti, tenho certeza de que uma idéia desta jamais seria reprovada. Mas será que todos os outros dirigentes espíritas, mesmo os atuais, pensariam como ele?

Será que, pela coisa ser grande demais, não seria reprovada mais uma vez pelos espíritas donos da "pureza" doutrinária que, em nome da "humildade", continuam a reprovar tudo o que é grande, na concepção equivocada de que pelo Espiritismo só se podem fazer coisas pequenas? Será que a pessoa espírita brasileira, indicada para acompanhar os americanos no processo das traduções, pessoa esta que certamente seria bem remunerada, obviamente pelas poderosas editoras, não seria acusada de ganhar dinheiro às custas do Espiritismo?

Fica aí a história para a reflexão de todos.



Escrito por Rosangela às 13h04
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Esses "Donos" de Centros Espíritas....

ATENÇÃO PARA ESTA:

Existem dirigentes espíritas contra os filmes!

Pois é. Tenho recebido vários comunicados, de tudo quanto é canto do País, informando-me que tem dirigentes espíritas proibindo que se fale, dentro dos seus centros, nos filmes que estão sendo lançados, na campanha que a Globo está fazendo e em toda esta realidade que o Espiritismo, felizmente, está vivendo neste ano de 2010.

  • Um jovem, no Paraná, preparou um cartaz bonito, colorido, divulgando o filme, imprimiu em sua impressora de computador, levou ao centro em que freqüenta e pregou no quadro de avisos, quando foi surpreendido pelo “dono” do centro, que apareceu aos escândalos, em tempo de ter um infarto, tamanha a sua raiva, e arrancou com muito ódio o cartaz, rasgando-o e jogando no lixo.

  • Uma jovem, trabalhadora de um centro, no interior de Minas, teve o microfone arrancado bruscamente das suas mãos, quando pediu para dar um aviso ao público, e anunciou o filme e o Globo Repórter que a Globo levará ao ar, nesta sexta-feira, falando do Chico Xavier.

  • Vários são os casos.

Na cabeça de muita gente, os espíritas deveriam viver conforme os malucos dessa foto aí ao lado, sofrendo muito.

As argumentações utilizadas por essas pragas, é que o Espiritismo está sendo vítima de “ataque das trevas”, porque na visão míope deles este processo de divulgação é feito por pessoas movidas pela vaidade, que estão se utilizando da doutrina para promoção pessoal. Sempre repetem o mesmo festival de besteiras que todos estamos acostumados a ouvir. Não reconhecem, eles, que, se a doutrina está sendo vítima de ataque das trevas é exatamente pela presença deles em nosso movimento, como verdadeiros cegos que se propõem a guiar cegos, promovendo verdadeiros festivais de irracionalidade, intolerância, imbecilidade e incoerências.

Sugiro aos amigos que não se intimidem diante dessas metamorfoses ambulantes que estão empossados como dirigentes dos centros espíritas em que freqüentam, questionem mesmo, pra valer, se fortaleçam no conhecimento da doutrina, para discutirem com base e lutem por mudanças de cabeças, na casa. Se não conseguirem, deixe que eles fiquem falando para as moscas e procure por outro centro mais coerente com Kardec.

Estamos vivendo uma nova era em que deverá ser mostrado às pessoas um Espiritismo autêntico e não esse “espiritismo à moda da casa” que muitas figuras andavam fazendo por todo o Brasil, daí essa reação que eles estão tendo. Com o advento da emissora de televisão espírita, que chega à casa de todo mundo, via satélite, levando um Espiritismo mais bonito e mais autêntico, o natural é que as pessoas, que antes eram freqüentadoras de apenas um centro espírita e escutavam apenas as versões deturpadas de uma “cabeça”, apenas, tomem conhecimento de outras visões e comecem a questionar os ensinamentos dos supostos “super dirigentes” de centros.

Começou comigo, no “Espiritismo via satélite” e na revista “Visão Espírita”, esta revolução, daí a razão porque muitos não querem nem ouvir falar no nome do Alamar. Depois veio a TV CEI, logo em seguida o filme “Bezerra de Menezes”, que escancarou as portas para a vinda do Chico Xavier, do Nosso Lar e de vários outros filmes que estão chegando aí.

Podem esperar, que não vai demorar para aparecer dirigentes que não vão querer nem ouvir falar no nome do, também obsediado, Luis Eduardo Girão, que começou esta coisa no cinema do grande público. É sempre assim, sempre foi assim.

Vamos divulgar, gente, vamos botar cartazes nos centros, vamos falar para os nosso parentes e amigos que não são espíritas, mas são simpatizantes e tem admiração pelo Chico. Vamos à grande arrancada de fazer deste filme o maior fenômeno de bilheteria da história do cinema Brasileiro.

E em 3 de setembro, com toda a força deste filme do Chico, outro fenômeno estreará, que é o “Nosso Lar”, que está também um espetáculo de se ver, o treiller já está passando aí na internet e as pessoas estão empolgadas. Vamos agora disparar a divulgação do “Chico” e depois, pra valer, a mesma força para o “Nosso Lar”.

Para a apreciação de todos.

Carinhosamente.

Alamar Régis Carvalho

alamar@redevisao.net

www.redevisao.net



Categoria: comportamento
Escrito por Rosangela às 13h42
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Chico Xavier. Um homem acima de qualquer suspeita...."


Assim como existem pessoas que tentam denegrir a imagem da Doutrina Espírita através de suas atitudes insensatas e mesquinhas. Existem as que estão acima de qualquer suspeita. E Chico foi o maior presente que Deus nos proporcionou para que não tenhamos dúvidas ....Até hoje as palavras de Jesus são incontestáveis. E a vida de Chico também....E não é fácil num mundo de expiações e provas superar as espectativas. Por que sabemos que as notícias escandalosas correm mais rápido do que as salutares. Sobreviver a estas investidas neste planeta é uma grande missão. Grande missão foi a de Chico Xavier.



Escrito por Rosangela às 08h36
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Quem não é capaz de suportar, não é capaz de servir


Então, a mãe dos filhos de Zebedeu se aproximou dele com seus dois filhos e o adorou, dando a entender que lhe queria pedir alguma coisa. - Disse-lhe ele: "Que queres?" "Manda, disse ela, que estes meus dois filhos tenham assento no teu reino, um à sua direita e o outro à sua esquerda." - Mas, Jesus respondeu, "Não sabes o que pedes; podeis vós ambos beber o cálice que eu vou beber?" Eles responderam: "Podemos." - Jesus lhes replicou: "É certo que bebereis o cálice que eu beber; mas, pelo que respeita a vos sentardes à minha direita ou à minha esquerda, não me cabe a mim vo-lo conceder; isso será para aqueles a quem meu Pai o tem preparado." Cap. VIII-Evangelho Segundo o Espiritismo.

 



Escrito por Rosangela às 10h42
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Eu também chorei. E não foi de raiva e nem de piedade. Foi de plenitude.




Escrito por Rosangela às 10h37
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Mes Kardec 2009 - Tema: Livro O Que é o Espiritismo


No dia 30 de out de 2009 encerrou as atividades do mês Kardec pela Ume de Canoas. Belíssima exposição do nosso confrade da Ume Guaíba que nos fez refletir se teremos uma vaga aqui no nosso tão judiado Planeta Terra quando este passar para um planeta de regeneração. Livros indicados por ele na exposição: Os Exilados na Capela e O que é o Espiritismo.



Escrito por Rosangela às 08h35
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Confraternização Ume Canoas




Escrito por Rosangela às 10h46
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Escrito por Rosangela às 00h00
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"DIMENSÕES DA VERDADE"

Autor: Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo P. Franco

Buscar na Web "Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo P. Franco"

O Espiritismo, a seu turno, conforme enunciou o Sublime Embaixador, vem, “à hora predita” apresentar a verdade revelada nas dimensões do amor, da caridade e do estudo, através do trabalho digno, da solidariedade fraterna e da tolerância cristã. Pelos ciclos dos renascimentos o Espírito ascende às imarcescíveis alturas pelo devotamento ao bem e através da renovação íntima incessante.



Categoria: Citação
Escrito por Rosangela às 09h35
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A Doçura de uma criança


Eu não entendo o que eles falam. Mas a música e as expressões dizem MUITO!!!!!!



Escrito por Rosangela às 22h03
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Maysa. QUE COISA MAIS LINDA!!!!

 

 



Categoria: comportamento
Escrito por Rosangela às 21h41
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" Amai ao próximo como a ti mesmo".

Nada como um dia após o outro. E esta frase, dita por Jesus, me veio a mente agora pela manhã. E lembrei dos meus questionamentos no dia anterior. E estes questionamentos ficaram registrados na minha última postagem deste blog.

Então, mesmo que existam crianças que não tem o mesmo destino que meu neto. Eu devo estar feliz pelo meu neto. E ele é o meu próximo agora. Não faço parte da vida dessas crianças que estão na África. E se um dia eu fizer, então, neste momento lançarei meus olhos a elas e farei tudo o que tiver a meu alcance para ajudar, pois as amarei.

Também já sofri com insucessos e doenças dos meus entes mais próximos. E isto faz parte da nossa caminhada. Tenho que me fixar ao meio onde eu estou e fazer dele o melhor que posso para torná-lo cada vez mais agradável e produtivo. Fazer o que me é permitido e o que me compraz. Seguir os passos de Jesus onde quer que eu esteja. A receita é esta. Muitas vezes não tão fácil de seguir, mas possível quando se tem vontade firme.

 



Categoria: comportamento
Escrito por Rosangela às 10h17
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